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O que é Branding?

O que é Branding?

Branding é um conjunto de ferramentas utilizadas para fazer a gestão de uma marca, mas muito mais que isso, o branding é a forma como a marca é vista e ajuda a pensar nas ações e conteúdos que irão fazer sentido para o universo que a compõem.

Primeiro é preciso entender que branding e marca são coisas distintas, a  marca é aquilo que o seu consumidor vê e com o qual interage, o branding é o conjunto das ferramentas que faz a gestão da sua marca. 

Além disso, é comum confundir branding com identidade visual, e embora a identidade visual faça parte do branding ele vai muito além disso. 

Com as redes sociais possuindo um papel cada vez mais ativo na conversão de vendas e servindo sempre de vitrine para que o público veja, além do que a marca oferece, com o que a marca se engaja, quais são os valores e ações que a marca valoriza e quem é o público, o branding se torna uma peça chave no sucesso da marca. 

É através do branding que você criará propósito e identidade com o seu público, e dessa forma conseguir oferecer novas experiências e ser recomendado por quem se identifica com sua marca.

O que compõe o branding: 

Identidade Visual

É através da identidade visual que você vai ser lembrado pelos consumidores, por isso criar uma logo, um estilo de publicação, fontes, cores e padronagens é importante. 

A identidade visual vai ajudar você a se posicionar no mercado ao lado dos valores que sua empresa compartilha e se alinhar com o público que deseja atingir. 

E essa criação passa pela elaboração de materiais gráficos, impressos, e online, e tudo isso precisa estar alinhado e conversar bem entre si, afinal, essa vai ser a cara da sua marca. 

Como usar as redes sociais para vender

Estratégia

Na sua estratégia, a identidade visual vai te ajudar a se alinhar e transmitir aos valores não  visuais que sua marca preza, criando conexão com seus consumidores. Por isso, antes de iniciar o processo de criação da marca se pergunte:

  • O que você quer transmitir?
  • Se sua marca fosse uma pessoa, como ela seria? 
  • O que você quer que pensem quando olharem sua identidade visual?
  • Quais valores você quer reforçar?
  • Qual linguagem se adequa mais a sua identidade? Descontraída? Especializada? Formal?

A linguagem que você irá utilizar precisa estar alinhada com o seu público, mas também precisa ser adequado aos canais que você irá utilizar para se comunicar, a forma de expressar em um canal do YouTube é diferente da forma como você vai se comunicar com seus clientes pelo WhatsApp, mas independente do canal, essa linguagem precisa ser uniforme. 

Outro fator que você deve analisar é quais canais fazem mais sentido para sua estratégia. 

Você não precisa estar presente em todos os canais, mas entender qual deles faz mais sentido para seu negócio e claro, é fundamental que antes de se inserir nas redes sociais e nos canais escolhidos você tenha um bom site. 

Após a criação do site, é fundamental que seja criada uma página no Facebook, que vai servir para você se comunicar e se integrar com outras plataformas como o Instagram e WhatsApp, e embora esteja cedendo lugar a outras redes, o Facebook ainda é a maior plataforma de rede social do mundo e é um canal de comunicação direta excelente. 

Outra parte importante, é o conteúdo que você produzirá, é ele quem lhe dará visibilidade e te ajudará a aparecer nos mecanismos de buscas, por isso, é importante que ele seja relevante e esteja alinhado com a mensagem e valores que você quer passar para o seu público e tenha uma linguagem definida. 

Esses são os passos básicos do branding, que na verdade é a sua ferramenta de gestão da sua marca e vai ser o termômetro para suas avaliações. 

Um branding bem pensado e executado pode gerar muitas conversões e uma imagem estável para sua marca, afinal, é ele que vai ajudar o seu negócio  a expressar seu propósito para o mundo. 

Redação e revisão Vanessa Fontes

3 autores que você precisa ler para começar no Marketing Digital

3 autores que você precisa ler para começar no Marketing Digital

Se você é um profissional de marketing digital, ou quer saber mais sobre o assunto para sua própria empresa, existem alguns autores e referências que é preciso conhecer e seguir, pois trazem soluções, conhecimentos profundos e insights sobre o tema.


Selecionamos três autores que é fundamental você ter contato antes de entrar no mundo do marketing digital.
Vamos a eles:

Martin Lindstrom: especialista em neuromarketing

Martin Lindstrom, nasceu em 1970 na Dinamarca, e hoje reside nos Estados Unidos, nos anos 2000 fundou a Lindstrom Company, que é uma empresa especializada em branding.
Martin tem obsessão por entender o comportamento das pessoas e o mundo que as cercam, fazendo dele um dos criadores da psicologia do consumidor e do neuromarketing.
Com mais de sete livros publicados sobre o assunto, ele consegue antecipar tendências e o comportamento dos consumidores.

Ele prega que as empresas devem inovar constantemente para que alcance o sucesso, e isso inclui enxugar a burocracia, segundo Martin, ela a principal responsável por enfraquecer conceitos inovadores.
Martin também nos ensina que vender e lucrar são consequência e não o objetivo principal de uma empresa seja ela uma gigante ou uma micro. Toda empresa deve ter um objetivo muito bem traçado e definido que vá além vender e lucrar.


E para transmitir esse objetivo ao público é preciso que a cultura organizacional esteja presente em toda a estratégia de marketing e comunicação da empresa, afinal, o seu maior divulgador é o seu consumidor.
Outro ponto no qual Lindstrom foca é em conhecer profundamente o público, e dessa forma conseguir aplicar a neurociência em seu planejamento de marketing.

Os estudos apontam que ao menos 85% das nossas decisões são tomadas primeiro no nosso inconsciente, e justamente por isso, ele endossa que as pesquisas tradicionais com perguntas direcionadas a grupos de consumidores não são realmente eficazes, pois não alcançam completamente o comportamento e padrão de consumo.

Seth Godin

Autor de diversos livros sobre negócios e marketing, fundou e foi CEO das primeiras empresas on-line como a Yoyodyne. Nascido nos anos 1960 nos Estados Unidos é um dos pioneiros das empresas digitais.
Seth nos dá dicas valiosas sobre como lidar e trabalhar com nossos consumidores, uma delas é que você não deve mais falar para as massas, e sim, entender profundamente o comportamento do seu cliente, para que cada vez comunique melhor o que quer a ele.


Outra dica valiosa de Seth é entender que o poder está nas mãos dos clientes e a internet torna possível que cada um desses consumidores esteja inserido em um ou mais grupos específicos, e nisso que se deve focar, achar um nicho e comunicar para esse nicho.


Atualmente as pessoas tendem a prestar menos atenção nas coisas, a variedades de comunicação é muito vasta, além disso, estamos conectados o tempo todo, logo, muita coisa vemos, mas não damos atenção, o pulo do gato e criar um planejamento de marketing que faça com que as pessoas prestem atenção no que você está dizendo.


Uma das lições mais valiosas que Seth nos dá é não interromper as pessoas quando estão em um processo de comunicação, falando ou fazendo algo, isso geralmente tem um efeito muito negativo na imagem da marca.


Antes de iniciar seu negócio ele aconselha que você descubra quem se importa com o que você pretende fazer e comunicar isso para essas pessoas.

Philip Kotler

Sem dúvida, o maior nome do Marketing, Philip Kotler nasceu nos Estados Unidos em 1931, e é considerado o maior especialista em Marketing, suas ideias ainda são usadas, como os 4 p’s do marketing.
Kotler sempre acreditou que o marketing estava intrinsecamente ligado à economia, sua área de formação, e não somente ligados pelo preço, mas pelos canais de distribuição.


Pensando nessa ligação, Kotler nos ensinou que o lucro se relacionava diretamente ao bem-estar do consumidor, e por isso, o marketing não só deveria ser incluído no plano estratégico das empresas, como deveria ser o centro desse planejamento.

Antes de Kotler, o marketing era visto como uma área ou parte secundária e não tão importante dentro das empresas. Foi Kotler quem tirou o marketing do hall de operações secundárias e o trouxe para o centro das estratégias.


Além disso, Kotler ratificou a ideia trazida anteriormente por Peter Drucker, de que a satisfação dos clientes e os benefícios que o produto oferecia eram mais relevantes que o preço e a distribuição em si.
Além de redirecionar o marketing para o centro das estratégias, Kotler também criou os conceitos de Marketing Social e Demarketing.


O Marketing Social é utilizado para influenciar mudanças comportamentais que trazem benefícios para uma comunidade ou grupo, já o Demarketing trata de formas para diminuir uma demanda quando a mesma está muito alta e além da capacidade de atendimento da organização.

Neste artigo passamos apenas as ideias gerais de cada um deles, o ideal é que você busque se aprofundar no trabalho desses autores e conheça melhor os conceitos desenvolvidos e aplicados por cada um deles, afinal, conhecimento nunca é demais e isso só vai beneficiar sua empresa e você.

Redação e revisão Vanessa Fontes

Tendências para 2021, a janela do futuro segundo pesquisas realizadas no Pinterest

Tendências para 2021, a janela do futuro segundo pesquisas realizadas no Pinterest

Você quer saber o que vai ser tendência e fazer sucesso no futuro? Então é hora de se ligar no Pinterest, é lá que a janela para o futuro se abre. 

Você com certeza já fez uma pesquisa sobre alguma coisa e acabou abrindo o Pinterest e vendo coisas que achou bacana e que talvez ainda não tivesse pensado em fazer ou que precisava, ou ainda, usou o pinterest para planejar uma festa, uma decoração, uma reforma, ou apenas navegou em busca de inspiração para um designer, artesanato ou um look de moda. 


O Pinterest se tornou um lugar onde se pode enxergar o futuro, e não somente o futuro que você planejou dentro das suas pastas de pins, mas aquilo que ainda se tornará uma tendência e fará sucesso, seja na área da moda, do designer, da decoração ou do life style( estilo de vida). Segundo o próprio Pinterest, 459 milhões de pessoas pesquisam na plataforma em busca de planejar alguma coisa ou se inspirar em algo. 

Oito em cada dez previsões feitas para o ano de 2020 pelo Pinterest sobre o que seria tendência se confirmaram, logo, a plataforma é uma ferramenta muito valiosa para você entender sobre o comportamento e o que pensa o seu consumidor, o que ele vai querer no futuro, que já está planejando hoje. 

Diferente de 2020, esse ano não será focado em tendências que mirem uma volta de comportamento e estilo de vida antecessora à pandemia. Já internalizamos que voltar ao que era antes não é possível e passamos a aceitar as mudanças e buscar a melhor forma de consumá-las em nossa vida. 

As pesquisas dentro da plataforma apontam para um futuro onde o home office se estabelece e precisa ser feito com conforto, outra tendência é um estilo de vida mais minimalista, que consiga tornar a rotina mais leve e agradável. 

Com o isolamento social, as pessoas passaram a sentir e interagir de forma diferente com os espaços, principalmente com a própria casa, o que antes era apenas um lugar para tomar um banho quente e dormir, se tornou local de trabalho, estudos, descanso, lazer e convívio familiar, em geral, mais intenso. A mesma casa que antes abrigava uma família em que seus membros saiam para trabalhar e estudar todos os dias e só voltavam a se reencontrar de noite, hoje, precisa acomodar todos, o dia inteiro em suas mais diversas e distintas atividades. 

Quando ir para fora se torna algo difícil, é natural olharmos para dentro, seja do nosso espaço ou do nosso interior, uma das tendências mais apostadas para 2021 é a astrologia, as pessoas sentem necessidade de se conhecer melhor para poder se transformar. O termo mindfulness para crianças cresceu 4 vezes em 2021, hoje vemos pais que pouco conviviam com suas crianças passando o dia todo com elas e precisando se esforçar para criar uma rotina que contemple estudo, descanso e entretenimento, e com isso surgiu a necessidade de repensar a educação das crianças. 

O ano de 2021 também será marcado pelo grande crescimento de pessoas fazendo canais no Youtube, gravando podcasts, escrevendo blogs, aprendendo a cozinhar, bordar, tricotar, meditar, dentre outras atividades, o importante é tomar as rédeas da própria vida 

A busca pelo termo “como fazer um podcast” cresceu 130%, “montagem de prato gourmet” cresceu duas vezes, e por aí vai, as pessoas estão buscando se reinventar, seja para fugir do tédio, seja para criar uma nova fonte de renda. 

Para se ter uma ideia, o termo “ideias para pequenas empresas” cresceu 90%, muita gente que vinha sonhando em empreender, mas não tinha coragem de sair do emprego ou simplesmente mudar de área, em 2021 podem ser encorajadas a fazer isso, e isso se reflete no número de pequenas empresas que foram abertas, segundo o Sebrae, 98 mil pequenas e micro empresas foram abertas até abril, e não estamos nem no meio do ano ainda. 

Você quer saber o que vai ser tendência, então fique de olho no Pinterest Predicts, as pessoas podem estar isoladas fisicamente, mas a verdade é que nunca estiveram tão conectadas, não somente na internet e nas redes sociais, mas consigo mesmas. 

Redação e revisão Vanessa Fontes

As armadilhas do marketing para afiliados

As armadilhas do marketing para afiliados

O Marketing de afiliados costuma atrair muita gente com a promessa de ganhar dinheiro rápido e de forma fácil, com baixo investimento financeiro e intelectual, visto que você não precisa criar absolutamente nada se não desejar, podendo trabalhar com produtos de terceiros, mas a verdade é que o marketing de afiliados é mais que isso. 

Basicamente o marketing de afiliados é um meio de se ganhar dinheiro com um blog próprio, ou fazendo publicações em redes sociais, ou ainda, criando infoprodutos, como cursos online ou e-books. 

E se ainda assim, você não tem um blog com bons conteúdos ou não quer criar nenhum tipo de infoproduto, você pode começar vendendo infoprodutos de terceiros. 

A grande vantagem de criar infoprodutos é a possibilidade de fazer vendas passivas, ou seja, vendas que não exigirão nenhum tipo de ação ou promoção da sua parte. Isso é possível?

Sim, é possível, mas não é uma receita de bolo, o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para você e o mais importante, para conseguir ter uma renda proveniente de infoproduto que gera vendas passivas é preciso ter um bom site, um bom blog, investir em redes sociais, entender e conhecer seu produto e seu público e isso não ocorre do dia para noite. 

Não caia nestas armadilhas: 

  • Fuja de propostas que prometem dinheiro em pouco tempo. 
  • Propostas de renda compartilhada nada mais são que esquemas de pirâmide, você vai começar na base, dando dinheiro para quem está em cima.
  • Não acredite cegamente em cursos que prometem te ensinar a ganhar dinheiro rápido, a maioria desses cursos são apenas infoprodutos sendo vendidos por várias pessoas que também estão iniciando e querem sair da base da pirâmide e colocar você no lugar delas.
  • Outro erro comum de iniciantes em marketing de afiliados: ignorar métricas. 
  • Não testar assiduamente seu infoproduto: grande parte do sucesso vem dos testes, é com eles que você aprende o que funciona melhor para o seu produto. 
  • Se você é iniciante, não escolha infoprodutos que estejam muito em alta, são muito consumidos, mas também são muito concorridos. Prefira algo que converse melhor com a sua audiência e que você tenha mais afinidade. 
  • Produzir conteúdo de baixa qualidade ou que foque apenas em anunciar seu produto. A chave do sucesso para o marketing digital é a criação de conteúdos que realmente façam a diferença para a sua audiência.

Resumidamente, trabalhar com marketing de afiliados é um bom negócio se você possui conhecimento em SEO, Inbound Marketing, tem tempo e disposição para investir em um blog ou site, gerar bons conteúdos e se dedicar a analisar seu tráfego, seu público, conhecer sua audiência e trabalhar suas redes sociais. 

E se você tem tempo e disposição para fazer isso tudo, você terá bons resultados, seja com anúncios ou com bons infoprodutos, mas de forma mais gradativa. 

Se você quer entrar para o universo de marketing de afiliados comece estudando sobre as plataformas, os mecanismos de buscas, SEO, técnicas para elaborar um bom conteúdo ou um bom infoproduto, além, de ter em mente que isso vai tomar uma parte considerável do seu tempo e que os resultados não chegam do dia para a noite. 

Redação e revisão Vanessa Fontes

O que é, e o que não é Marketing Digital

O que é, e o que não é Marketing Digital

Marketing Digital é um termo amplamente utilizado hoje em dia, mas você sabe o que ele realmente é? 

Basicamente, definimos como marketing digital um conjunto de ações que são elaboradas para fazer a comunicação entre marca e cliente, geralmente o objetivo desta comunicação é a divulgação de produtos, ofertas ou criar engajamento para marca. Lembrando que essas ações são todas feitas através da internet, em plataformas de buscas, redes sociais, sites e e-mails. 

Dentre as estratégias mais utilizadas de marketing digital, podemos destacar o SEO, marketing de conteúdo e o famigerado e-mail marketing. Mas calma, tem muito mais sobre marketing digital e vamos te explicar tudinho. 

É através do marketing digital que você se relaciona com o seu cliente, mesmo que você tenha uma loja física, provavelmente possui uma página em alguma rede social ou tem um site que usa para se comunicar com seu público, por isso é importante pensar no marketing digital da sua marca. 

O mercado de marketing digital atrai muita gente e com vários objetivos diferentes, existem aquelas pessoas que são profissionais e que produzem conteúdos relevantes paras as marcas, produzem vídeos, imagens e planejam ações de marketing que geram resultados, e há as pessoas que enxergam no marketing digital a possibilidade ganhar dinheiro rápido e fácil. 

O maior case de sucesso do marketing digital é o próprio termo marketing digital, uma rápida busca no Google e você terá acesso a uma infinidade de cursos, palestras, workshops, e-books, treinamentos, canais e sites que querem te ensinar a ficar rico com marketing digital, e claro que isso não é impossível, mas está longe de ser fácil. 

Ações que fazem parte da definição de marketing digital: 

  • Produção de conteúdo
  • Gestão de redes sociais
  • SEO
  • Campanhas patrocinadas 
  • E-mail marketing
  • Análise de métricas

Quando falamos em produção de conteúdo, isso se refere não somente a blogs, mas a todo tipo de conteúdo que é criado a partir de uma estratégia de marketing que visa um objetivo, seja alcançar mais seguidores, converter vendas ou engajar a marca. 

A gestão das redes sociais também passa pelo marketing de conteúdo, assim como o SEO, as campanhas e o e-mail marketing, logo, tudo se inicia na produção de conteúdos relevantes. 

A questão aqui é saber identificar o que não é marketing digital, e a internet está cheia de ofertas prometendo muito dinheiro com marketing digital, principalmente quando o assunto é marketing de afiliados. 

Normalmente o que esses programas oferecem a quem se interessa pelos cases de sucesso apresentados é dinheiro rápido e fácil, trabalhando pouco e sem precisar investir muito. 

Mas a verdade é que a maioria dessas ofertas trabalha com sistema piramidal e nada têm a ver com marketing digital, e sim com marketing multinível.

Tenha cuidados com promessas miraculosas:

  • Trabalhe pouco, ganhe muito: como em qualquer atividade você precisará dedicar tempo e adquirir conhecimento. 
  • Cuidado com os cases de sucesso: você verá várias pessoas vendendo cursos onde irão te mostrar como ficaram milionárias com marketing digital.  Fuja!
  • É bastante difundido que você não precisa ter experiência ou conhecimento prévio para iniciar um negócio com infoprodutos ou fórmulas. 
  • Se você tem uma boa lista, você vai ganhar muito dinheiro. Ter uma boa lista não significa nada, se o que o que você vai oferecer não interessar para essas pessoas, se você não possuir um bom site, com bom conteúdo. 

Isso significa que o marketing digital é uma mentira? Claro que não, a possibilidade de ganhar dinheiro com isso é real, mas requer tempo, conhecimento e investimento.

Se você é um iniciante te adianto que a jornada não será esse mar de rosas que te prometem na internet, você precisará de muita dedicação e esforço para conseguir uma oportunidade real de ganhar dinheiro. Para ser afiliado de uma grande plataforma, como a Amazon, por exemplo, ou de infoprodutos que já possuem visibilidade ou ainda, apenas divulgar anúncios, você precisa ter um bom blog, com conteúdo relevante, com bom tráfego de visitas, páginas de redes sociais com bom número de seguidores e bom engajamento e isso não é feito da noite para o dia. 

A maioria desses cases de sucesso que fizeram milionários e povoam a internet, na verdade, são sistemas de pirâmide, onde você precisará investir em algo ou pagar caro por um treinamento, e sejamos honestos, uma pessoa realmente milionária não está vendendo cursos na internet para ensinar como se fica milionário. 

O marketing digital é uma profissão séria, como qualquer outra, que vai te exigir tempo, dedicação e estudo para entender sobre métricas, produção de conteúdo, campanhas, e-mails e redes sociais, dentre inúmeras outras coisas. Quer saber mais sobre marketing digital? Acompanhe nosso blog.

Redação e revisão Vanessa Fontes

Como fazer tráfego pago

Como fazer tráfego pago

Definimos no post anterior o que é o tráfego pago e qual a importância que ele tem na sua estratégia de marketing e porque deve ser utilizado, porém, você sabe como fazer o tráfego pago?

Nesse post vamos dar algumas dicas de como fazer o tráfego pago e como gerar resultados através dele. 

Basicamente tráfego pago é atrair visitantes através de anúncios publicitários feitos em determinadas plataformas, como o  Google Ads, mas não basta patrocinar um anúncio e pensar que automaticamente  isso vai se converter em vendas ou mais leads para sua página. 

Uma das principais funções do tráfego pago é colocar seu site na primeira página dos mecanismos de busca e com isso conseguir mais visitantes, em especial de potenciais consumidores da sua marca. 

Quando você patrocina um anúncio, sempre que alguém digitar a palavra-chave escolhida por você, seu anúncio aparecerá no topo da página do Google com a tag Anúncio antes da url, e quando o usuário clicar será direcionado para a página de destino do anúncio, é nessa hora que você será cobrado pelo clique, caso essa seja a modalidade escolhida. 

Além do pagamento por clique, existe o pagamento por mil impressões, esse é mais indicado para quem quer aumentar a visibilidade da página e da marca. A escolha entre um e outro vai depender do seu objetivo e da sua estratégia. 

Defina o objetivo da sua estratégia.

Antes de colocar a mão no bolso, tenha clareza do que quer alcançar:

  • Ganhar mais visibilidade para sua marca.
  • Conseguir mais leads.
  • Gerar vendas. 
  • Aumentar o número de visitas do seu site.
  • Conseguir mais seguidores para suas redes sociais. 
  • Alavancar uma oferta específica. 

Com o objetivo definido é hora de pensar na estratégia para alcançá-lo

Isso requer um bom planejamento antes de começar a veicular o anúncio. Defina como será feito esse anúncio, 

  • Texto: invista em um bom texto ou copy
  • Se for utilizar imagens, escolha imagens com boas resoluções.
  • Vídeos precisam ser bem elaborados e que tenham a capacidade de prender a atenção do consumidor. 
  • Qual vai ser a call to action do seu anúncio?

Claro que muitas dessas decisões serão tomadas de acordo com a plataforma que você escolher para veicular o anúncio.

  1. Google Ads

A plataforma mais utilizada para tráfego pago é o Google Ads, os anúncios costumam aparecer no topo da página ou na lateral do buscador e de sites parceiros do Google. 

A grande vantagem dessa plataforma é poder escolher pagar somente quando o usuário clicar no seu anúncio, além disso, o Google Ads permite que você faça diversos testes com várias palavras chaves, tipos de textos e chamadas, isso vai te ajudar a identificar o que funciona melhor para o seu perfil e o público que deseja atingir. 

2.           Facebook Ads

No Facebook Ads você poderá criar anúncios com imagens, textos e vídeos que serão veiculados dentro da rede social para o seu público potencial. A maior vantagem dessa plataforma é conseguir segmentar de forma bastante específica o público alvo. Você poderá definir localidade, gênero, idade, profissão, interesses, renda, status de relacionamento dentre outras opções. 

3.           Instagram Ads

O Instagram se tornou a vitrine de muitas marcas,  por isso é tão concorrido, a plataforma oferece anúncios que podem conter vídeos, músicas, textos, carrossel de fotos e imagens, além disso, é possível anunciar no Stories e no Instagram Shopping. A plataforma é conectada com o Facebook, o que ajuda a otimizar sua estratégia, permitindo que o mesmo anúncio seja veiculado nas duas plataformas. 

4.           YouTube Ads

O Youtube Ads é voltado para quem produz conteúdos em vídeos, e deve ser levado em consideração, já que o padrão de consumo de entretenimento mudou muito nos últimos anos e o YouTube se tornou a nova televisão de muita gente. 

Essa é a plataforma ideal para quem vende cursos, palestras, workshops e outros produtos em formato de vídeo. 

5.           Linkedin Ads

Menos usada, mas não menos importante, o Linkedin Ads é uma excelente plataforma para gerar leads e contatos entre empresas. Se o seu produto ou marca tem como público outras empresas essa pode ser a plataforma indicada. 

Embora os preços aqui sejam mais salgados que em outras plataformas, com o mínimo de R$20 por dia para investimento, vale lembrar que se sua ação for bem planejada e segmentada pode gerar excelentes resultados dentro do Linkedin. 

Resultados

Independente da plataforma escolhida e da estratégia que você traçou para seu anúncio, é importante investir em análise, investir em tráfego pago não significa que esses usuários alcançados por seus anúncios se converteram em vendas. 

É fundamental ter um bom conteúdo, não adianta investir pesado em anúncio se não tem um site bem construído, responsivo, bons textos, boas imagens e um layout agradável. 

Resumindo, não adianta investir dinheiro em tráfego pago se você não tem o que mostrar para esse usuário, antes de pensar no tráfego pago, é preciso analisar se o que você tem para oferecer ao usuário vale o investimento em anúncios pagos. 

E nessa hora é preciso honestidade consigo mesmo, se o seu site não está legal, suas redes sociais estão defasadas, os conteúdos pobres de informações relevantes, talvez seja a hora de investir nisso, para depois pensar no tráfego pago. 

E por fim, analise sistematicamente as métricas dos seus anúncios, acompanhe os relatórios disponibilizados pelas plataformas para entender se o seu investimento está valendo a pena e o que precisa ser melhorado para que o resultado seja mais satisfatório. 

Gostou do conteúdo? Acesse nosso blog para ficar por dentro das tendências e novidades sobre tecnologia, marketing digital e mídias sociais.

Redação e revisão Vanessa Fontes